A tecnologia desempenha um papel fundamental no Super Bowl, impactando tudo, desde a transmissão até a experiência dos fãs. Robótica, realidade aumentada, conectividade aprimorada e segurança reforçada são apenas alguns exemplos. Neste artigo, exploramos sete maneiras como tecnologias emergentes impulsionaram o Super Bowl LIX.
Tecnologia no Super Bowl: Transmissão Aprimorada com Robótica e Realidade Aumentada
A transmissão do Super Bowl pela Fox contou com um arsenal de câmeras: 27 em super slow-motion, 24 robóticas, 23 de alta resolução, além de câmeras no tapete vermelho, sem fio e com realidade aumentada. A novidade ficou por conta da Super Slowmo/4K SkyCam, que proporcionou vistas aéreas de tirar o fôlego.
Essa variedade de equipamentos permitiu ângulos inovadores e uma experiência imersiva para os telespectadores. A combinação de câmeras robóticas e realidade aumentada resultou em uma transmissão dinâmica e completa.
A tecnologia utilizada na transmissão demonstra o avanço da cobertura esportiva, oferecendo aos fãs uma experiência mais envolvente e detalhada. A integração dessas tecnologias, especialmente a realidade aumentada, garante uma transmissão mais completa.
A alta definição e a tecnologia de câmera super lenta permitiram uma análise minuciosa do jogo, algo impensável em edições anteriores. Para aqueles que buscam alternativas mais acessíveis, veja também como o Monitor AOC CQ27G4ZH de 27 polegadas com QHD e 300Hz chega por menos de R$ 300.
Conectividade Reforçada e Experiência do Fã no Super Bowl
A Verizon investiu pesado na infraestrutura para garantir conectividade impecável. Além do Caesars Superdome, locais estratégicos como a Bourbon Street e o Aeroporto Louis Armstrong receberam reforço na cobertura. A empresa ainda colaborou com órgãos locais para garantir a comunicação dos serviços de emergência.
A modernização do sistema incluiu mais de 200 novas pequenas células e antenas, garantindo uma cobertura duradoura. O Superdome em si recebeu um upgrade significativo, com rádios 5G, tecnologia mmWave e ajustes em tempo real para garantir conexão.
As melhorias na experiência do fã no Caesars Superdome incluíram novos recursos e melhorias tecnológicas. Esse investimento de 560 milhões de dólares englobou melhorias na rede sem fio e celular, além de acessibilidade para pessoas com deficiência.
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Segurança e Tecnologia no Super Bowl: Uma Zona Livre de Drones e Uso de Tecnologia Vestível
A Federal Aviation Administration (FAA) declarou o Superdome como uma “zona livre de drones”, proibindo voos próximos ao estádio. Essa medida visa garantir a segurança e evitar interferências no evento. Pilotos que desrespeitarem a regra podem enfrentar multas elevadas e até processos criminais.
A segurança dos jogadores também foi aprimorada com a tecnologia vestível. Alguns atletas utilizaram a Q-Collar sob o capacete para proteção contra impactos. Esse dispositivo, popular entre atletas de elite, minimiza os movimentos cerebrais durante impactos, reduzindo o risco de lesões.
Além da Q-Collar, os capacetes dos jogadores também foram atualizados. A NFL implementou melhorias significativas nos capacetes utilizados, priorizando a segurança dos atletas e implementando modelos mais seguros.
Outra tecnologia presente foi o sistema de rastreamento de bola da Sony, usando IA e câmeras ultra-HD. Apesar de não substituir completamente o sistema tradicional, o uso de IA demonstra a busca por tecnologias que aumentem a precisão das marcações. Para os interessados em tecnologia e segurança, veja como a Microsoft está incrementando a segurança no Edge.
Este conteúdo foi auxiliado por Inteligência Artificial, mas escrito e revisado por um humano.
Via AI Business