A possível revogação do CHIPS Act por Trump tem gerado discussões acaloradas na indústria de semicondutores. Empresas como a TSMC estão avaliando os impactos dessa medida em seus planos de expansão nos Estados Unidos. O que está em jogo é a autonomia americana na produção de chips e a criação de empregos no setor. Será que os planos de produção de chips da Apple em solo americano correm risco? Entenda o que pode acontecer com o Ataque de Trump ao CHIPS Act e como isso pode afetar o futuro da tecnologia.
O que está acontecendo com o Ataque de Trump ao CHIPS Act
No mês passado, o ex-presidente Trump criticou o CHIPS Act, uma legislação bipartidária que visa fortalecer a produção de semicondutores nos EUA. Agora, há relatos de que a Casa Branca pode estar considerando maneiras de enfraquecer ou até mesmo desmantelar o projeto. Essa situação tem gerado preocupação entre os fabricantes de chips, que temem um impacto negativo em seus investimentos e planos de expansão no país.
Uma associação da indústria de semicondutores, que inclui a TSMC entre seus membros, realizou uma teleconferência para discutir o assunto. Durante a chamada, as empresas expressaram suas apreensões em relação às possíveis consequências para seus projetos de construção de novas fábricas nos Estados Unidos. Afinal, o CHIPS Act é visto como um incentivo crucial para a produção de chips em solo americano.
A iniciativa ‘Made in America’ da Apple
Em 2022, a Apple anunciou seus planos de utilizar chips “Made in America”, uma iniciativa que foi amplamente celebrada como um dos resultados positivos do CHIPS Act. Este programa governamental tem como objetivo reduzir a dependência dos Estados Unidos em relação a outros países no fornecimento de chips avançados, além de criar empregos para trabalhadores americanos. Para saber mais sobre tecnologias, veja como a IA está transformando tudo.
A TSMC, uma das maiores fabricantes de chips do mundo, está construindo uma série de fábricas no Arizona, com parte da produção destinada aos chips da Apple para dispositivos mais antigos. A expectativa é que a produção em massa comece em breve na primeira dessas fábricas. Mas, com as críticas de Trump ao CHIPS Act, o futuro desses planos está incerto.
A situação é delicada, pois envolve investimentos significativos e a estratégia de longo prazo da Apple em ter uma cadeia de suprimentos mais diversificada e localizada. Além disso, a questão política adiciona uma camada extra de complexidade, já que as empresas precisam navegar em um ambiente regulatório que pode mudar rapidamente.
Os ataques de Trump ao CHIPS Act
Trump tem se mostrado descontente com o acordo do CHIPS Act e indicou que a Casa Branca pode voltar atrás em seus compromissos. Ele defende a taxação de semicondutores importados e o desmantelamento de um esquema de incentivos que previa subsídios de US$ 6,6 bilhões para o investimento de US$ 65 bilhões da TSMC em capacidade de produção nos EUA.
Inicialmente, a TSMC parecia ter chegado a uma trégua com o governo, anunciando um investimento de US$ 100 milhões em troca de apoio contínuo. No entanto, um novo discurso de Trump colocou essa trégua em dúvida. A declaração gerou incertezas e reacendeu o debate sobre o futuro do CHIPS Act e seus impactos na indústria de semicondutores.
Esse cenário de instabilidade política e econômica pode afetar não apenas os planos da TSMC, mas também a confiança de outras empresas em investir na produção de chips nos Estados Unidos. A longo prazo, isso pode comprometer os objetivos do CHIPS Act de fortalecer a indústria nacional e garantir a segurança do fornecimento de semicondutores.
Teleconferência entre os fabricantes de chips
O governo já realizou demissões na equipe responsável pela gestão das concessões do CHIPS Act. O The New York Times reportou que os fabricantes de chips realizaram uma teleconferência para discutir as últimas declarações de Trump, nas quais ele pediu ao Congresso para revogar a lei.
De acordo com o jornal, legisladores republicanos haviam recebido garantias de que o governo Trump apoiaria o programa criado pelo Congresso. No entanto, durante um discurso, Trump classificou a lei como “uma coisa horrível, horrível”. Ele chegou a pedir ao Speaker Mike Johnson para “se livrar do CHIPS Act“.
No dia seguinte ao discurso de Trump, a Semiconductor Industry Association (SIA) organizou uma teleconferência com empresas associadas. Durante a chamada, participantes atribuíram a frustração de Trump com a lei a uma animosidade pessoal com o presidente Biden. Executivos de empresas de chips, temendo que o financiamento possa ser retirado, estão consultando advogados para verificar a margem de manobra do governo para rescindir contratos assinados.
A SIA inclui em seus membros empresas como AMD, ARM, Intel, Nvidia, Qualcomm e TSMC. Caso o financiamento do CHIPS Act seja colocado em risco, não está claro qual seria o impacto nos planos da TSMC para futuras fábricas, incluindo o investimento de US$ 100 milhões anunciado recentemente. Para quem busca alternativas de soundbars, a Samsung é a maior marca de soundbars do mundo por 11 anos.
Diante desse cenário, a indústria de semicondutores se encontra em um momento de incerteza e apreensão. As decisões tomadas nos próximos meses serão cruciais para o futuro da produção de chips nos Estados Unidos e para a competitividade global do setor.
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