Inflação na Argentina sobe 1,9% entre julho e agosto, aponta Indec

Inflação ao consumidor na Argentina cresceu 1,9% em agosto, com maior impacto nos setores de transportes e bebidas.
10/09/2025 às 20:01 | Atualizado há 11 meses
Inflação na Argentina sobe 1,9% entre julho e agosto, aponta Indec

A inflação ao consumidor na Argentina apresentou um leve aumento entre julho e agosto, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec). Em agosto, o índice de preços ao consumidor (CPI) registrou uma alta de 1,9% em relação ao mês anterior, mantendo a mesma taxa de crescimento observada em julho.

Apesar do aumento mensal, a inflação anual mostra sinais de desaceleração. Em agosto, a inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 33,6%, um valor menor do que os 36,6% registrados em julho. No acumulado do ano até agosto, a inflação argentina atingiu 19,5%.

Quais setores sentiram o maior impacto da inflação em agosto?

O setor de Transportes foi o que apresentou o maior aumento em agosto, com uma alta de 3,6%. Em seguida, o setor de Bebidas alcoólicas e tabaco também registrou um aumento significativo, com uma variação de 3,5%.

Esses aumentos refletem pressões específicas nesses setores, como custos de combustível e ajustes de impostos. É importante notar que esses dados são indicadores de como diferentes áreas da economia são afetadas pela inflação.

Houve algum setor com variação negativa?

Sim, o setor de Vestimentas e calçados apresentou uma variação negativa de -0,3% em agosto. Este resultado pode ser influenciado por promoções sazonais, mudanças nas preferências dos consumidores ou outros fatores específicos do setor.

Além disso, o setor de Recreação e cultura registrou uma das menores variações, com um aumento de apenas 0,5%. Esses dados mostram que nem todos os setores da economia argentina estão sofrendo aumentos de preços na mesma proporção.

O que esperar da inflação na Argentina nos próximos meses?

Apesar da leve desaceleração na inflação anual, o aumento mensal de 1,9% indica que a pressão inflacionária ainda persiste na economia argentina. Diversos fatores podem influenciar a inflação nos próximos meses.

Entre eles estão a política monetária do governo, a taxa de câmbio, e os preços internacionais de commodities. É fundamental acompanhar de perto esses indicadores para entender a trajetória da inflação e seus impactos na economia e no poder de compra dos cidadãos. Para mais notícias como esta, confira como a Oracle registra alta de 42%, impulsionada pela demanda por nuvem de inteligência artificial.

Perguntas Frequentes sobre Inflação ao consumidor na Argentina

Qual foi a inflação ao consumidor na Argentina em agosto?

A inflação ao consumidor na Argentina foi de 1,9% em agosto, mantendo a mesma taxa de crescimento de julho.

Quais setores tiveram os maiores aumentos de preços em agosto?

Os setores que apresentaram os maiores aumentos foram Transportes (3,6%) e Bebidas alcoólicas e tabaco (3,5%).

Houve algum setor com queda nos preços?

Sim, o setor de Vestimentas e calçados teve uma variação negativa de -0,3% em agosto.

Via InfoMoney

Apaixonado por tecnologia desde cedo, André Luiz é formado em Eletrônica, mas dedicou os últimos 15 anos a explorar as últimas tendências e inovações em tecnologia. Se tornou um jornalista especialista em smartphones, computadores e no mundo das criptomoedas, já compartilhou seus conhecimentos e insights em vários portais de tecnologia no Brasil e no mundo.
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