Keepit alerta sobre riscos em dados críticos de SaaS e expande operações na América Latina

Keepit destaca falhas em backups SaaS e anuncia expansão na América Latina com novo diretor de canais.
11/09/2025 às 14:32 | Atualizado há 11 meses
Keepit alerta sobre riscos em dados críticos de SaaS e expande operações na América Latina

A proteção de dados em ambientes de nuvem é uma preocupação crescente para empresas que utilizam plataformas como Microsoft 365, Google Workspace e Salesforce. Apesar da ampla adoção dessas soluções, muitas organizações negligenciam a segurança de seus dados, expondo informações críticas a riscos como falhas humanas, ataques cibernéticos e exclusões acidentais.

Nesse cenário, a Keepit, empresa dinamarquesa especializada em backup para SaaS, anuncia a chegada de Jorge Luiz Biesczad Junior como Diretor de Canais para a América Latina. O objetivo é expandir o ecossistema de parceiros da empresa na região e oferecer soluções de proteção de dados mais robustas para empresas latino-americanas.

Por que tantas empresas negligenciam o backup em SaaS?

Um dos principais motivos é a falsa crença de que as plataformas SaaS já incluem backup por padrão. Um relatório da Rewind de 2024 revelou que 79% dos profissionais compartilham dessa visão equivocada. Na realidade, as ferramentas nativas oferecidas pelas plataformas SaaS são limitadas e insuficientes para garantir a proteção completa dos dados.

Além disso, muitas empresas dependem exclusivamente dessas ferramentas nativas, como apontou uma pesquisa da Keepit com a Foundry em 2025. O estudo mostrou que 37% das organizações confiam apenas nas soluções oferecidas pelos próprios provedores de SaaS, o que não é suficiente para uma proteção eficaz.

Qual o tamanho do problema da perda de dados em SaaS?

Os números são alarmantes. Uma pesquisa da HYCU em 2024 indicou que 70% das organizações sofreram algum tipo de perda de dados em ambientes SaaS no último ano. Essas perdas podem ocorrer devido a diversos fatores, como falhas humanas, exclusões acidentais, ataques cibernéticos e até mesmo durante migrações de plataforma.

A perda de dados críticos pode ter um impacto significativo na continuidade dos negócios e na conformidade com legislações de privacidade e auditorias. Por isso, a necessidade de soluções de backup para SaaS especializadas é cada vez maior.

Qual a estratégia da Keepit para a América Latina?

Com a chegada de Jorge Luiz Biesczad Junior, a Keepit busca fortalecer sua presença na América Latina por meio da expansão de seu ecossistema de parceiros. A estratégia envolve a criação de parcerias com distribuidores, integradores e consultorias de nuvem e cibersegurança.

A empresa também planeja firmar parcerias com gigantes globais como Microsoft, Google, Salesforce e Atlassian, ampliando sua atuação junto a empresas que necessitam de maior segurança, governança e soberania de dados. Um ponto importante é que 100% das vendas da Keepit são realizadas por meio de canais, fortalecendo distribuidores e revendas em toda a região.

O que a Keepit oferece para a proteção de dados em SaaS?

A Keepit oferece uma camada de proteção confiável, ilimitada e imutável para ambientes SaaS. Sua solução permite reter dados por até 100 anos, garantindo que as empresas tenham controle total sobre seu patrimônio digital. Além disso, a Keepit é vendor independent, o que significa que os clientes podem migrar de uma plataforma SaaS para outra sem perder seus dados.

Por exemplo, clientes que mudam do Google Workspace para o Microsoft 365, ou vice-versa, conseguem transferir todo o seu histórico de e-mails, documentos e dados de colaboração de forma segura. A empresa também está expandindo sua cobertura para novas aplicações SaaS estratégicas, como DocuSign, reforçando seu compromisso em oferecer a proteção mais completa do mercado.

Qual o impacto da Keepit na América Latina?

A América Latina já representa mais de 15% do faturamento global da Keepit, com projeções de crescimento acelerado nos próximos anos. Atualmente, a empresa atende mais de 600 clientes ativos na região, incluindo empresas como Banco BV, J. Macêdo, Usinas Itamaraty (UISA), Krona, Galvani Fertilizantes, Allos Shopping Centers, CBMM, Arezzo e DB Diagnósticos.

Com a nova estratégia de expansão e a experiência de Jorge Luiz Biesczad Junior, a Keepit espera consolidar sua posição como líder em backup para SaaS na América Latina e contribuir para a segurança digital das organizações na região. O Sebrae lança plataforma ALI Academy com estudos de casos de pequenos negócios no Amazontech, demonstrando o crescente interesse e investimento em tecnologia na região.

Perguntas Frequentes sobre Backup para SaaS

Por que o backup em SaaS é tão importante?

O backup em SaaS é crucial porque muitas empresas erroneamente acreditam que os provedores de SaaS já incluem backup por padrão, o que não é verdade. A perda de dados pode ocorrer por diversos motivos, como falhas humanas, ataques cibernéticos e migrações de plataforma, impactando a continuidade dos negócios e a conformidade com regulamentações.

O que diferencia a Keepit de outras soluções de backup em SaaS?

A Keepit se destaca por oferecer uma solução de proteção de dados confiável, ilimitada e imutável, com retenção de dados por até 100 anos. Além disso, a Keepit é vendor independent, permitindo que os clientes migrem entre diferentes plataformas SaaS sem perder seus dados. A Oracle registra alta de 42% impulsionada pela demanda por nuvem de inteligência artificial, mostrando a importância de soluções flexíveis e adaptáveis.

Qual a estratégia da Keepit para crescer na América Latina?

A Keepit busca expandir sua presença na América Latina através da criação de um ecossistema de parceiros, incluindo distribuidores, integradores e consultorias de nuvem e cibersegurança. A empresa também planeja firmar parcerias com grandes empresas como Microsoft, Google e Salesforce para alcançar um público maior. Asaas recebe R$ 35 milhões e amplia sua atuação entre pequenas e médias empresas, indicando um mercado promissor para soluções de backup.

Via TI Inside

Apaixonado por tecnologia desde cedo, André Luiz é formado em Eletrônica, mas dedicou os últimos 15 anos a explorar as últimas tendências e inovações em tecnologia. Se tornou um jornalista especialista em smartphones, computadores e no mundo das criptomoedas, já compartilhou seus conhecimentos e insights em vários portais de tecnologia no Brasil e no mundo.
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