A transformação digital da Iochpe-Maxion, líder global na fabricação de autopeças, acaba de receber um impulso significativo. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 36,7 milhões para modernizar as linhas de produção de longarinas na unidade de Cruzeiro, SP.
O projeto, que faz parte do Programa BNDES Mais Inovação, visa automatizar, digitalizar e integrar os processos industriais. Com isso, a empresa espera aumentar a produtividade e a eficiência operacional.
Qual o objetivo principal do financiamento do BNDES?
O financiamento de R$ 36,7 milhões do BNDES tem como destino a modernização das linhas de produção de longarinas da Iochpe-Maxion em Cruzeiro, SP. O foco é implementar a transformação digital da Iochpe-Maxion, abrangendo automação, digitalização e integração dos processos.
Essa iniciativa busca otimizar a produção, reduzir perdas e aumentar a confiabilidade dos sistemas, impulsionando a competitividade da empresa no setor automotivo. Inclusive, a Senior Sistemas conclui a aquisição da CIGAM Software por R$ 162,5 milhões.
Como a transformação digital impactará a produção de longarinas?
A transformação digital da Iochpe-Maxion abrangerá os dois processos de fabricação de longarinas utilizados na unidade de Cruzeiro: estampagem e roll-forming. A modernização permitirá otimizar a produção, reduzir perdas e aumentar a confiabilidade dos sistemas.
Com a implementação das novas tecnologias, a empresa estima um aumento de aproximadamente 32% na capacidade produtiva, passando de 480 mil para 635 mil longarinas por ano. Semelhante ao que ocorreu com a IA que transformará a cibersegurança em 2026 no Brasil.
Qual a importância das longarinas na indústria automotiva?
As longarinas são componentes estruturais fundamentais na montagem de chassis de veículos. Produzidas pela divisão Maxion Structural Components, elas são consideradas um dos maiores fabricantes desse segmento nas Américas.
A unidade de Cruzeiro utiliza dois processos distintos para fabricação: a estampagem, onde chapas metálicas são moldadas por prensas, e o roll-forming, onde as chapas passam por rolos que as dobram gradualmente até alcançar a forma desejada.
O que dizem os executivos sobre o investimento?
Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, destacou a importância do financiamento para o desenvolvimento tecnológico do país. Ele ressaltou que 50% do valor concedido à empresa tem custo financeiro atrelado à Taxa Referencial (TR), mostrando o compromisso do banco em reduzir o custo do crédito para impulsionar o setor.
Renato Salum, CFO da Iochpe-Maxion, afirmou que o investimento na digitalização das linhas de produção é um passo estratégico para fortalecer a competitividade global da empresa. Ele acredita que a modernização elevará os padrões tecnológicos e de eficiência, permitindo atender com mais agilidade e qualidade às demandas do setor automotivo.
Qual o posicionamento da Iochpe-Maxion no mercado global?
A Iochpe-Maxion se destaca como uma fabricante global de rodas automotivas e uma das principais fabricantes de componentes estruturais automotivos nas Américas. A empresa possui 33 unidades industriais em 14 países e conta com cerca de 17.000 colaboradores.
Através da Maxion Wheels e da Maxion Structural Components, a empresa atende clientes em todo o mundo, oferecendo uma ampla gama de rodas para veículos de passeio, comerciais e agrícolas, além de longarinas, travessas e chassis montados para veículos comerciais.
Perguntas Frequentes sobre Transformação digital da Iochpe-Maxion
Qual o valor do financiamento aprovado pelo BNDES para a Iochpe-Maxion?
O BNDES aprovou um financiamento de R$ 36,7 milhões para a Iochpe-Maxion.
Qual o objetivo desse financiamento?
O objetivo é modernizar as linhas de produção de longarinas na unidade da empresa em Cruzeiro, SP, através da automação, digitalização e integração dos processos industriais.
Quais os benefícios esperados com a transformação digital?
A empresa espera aumentar a capacidade produtiva em aproximadamente 32%, além de otimizar a produção, reduzir perdas e aumentar a confiabilidade dos sistemas.
Via TI Inside






