A Draiven, uma startup brasileira que usa inteligência artificial para transformar dados corporativos em decisões rápidas, acaba de receber um impulso financeiro. A empresa captou R$ 750 mil em uma rodada anjo, com investidores de peso do mundo da inovação. O que essa injeção de capital significa para o futuro da Draiven?
Quem está por trás desse investimento na Draiven?
A rodada de investimento atraiu nomes como Marco Tulio Kehdi, Leonardo Araújo (ex-Raccoon), Yann Mora (executivo do Google) e Antônio Conserva (ex-Beta Learning). A presença desses investidores de renome valida o potencial da Draiven e sua visão de futuro. A Liv Up investe R$ 15 milhões para expandir rede logística e alcançar 100 cidades até 2027.
Qual o objetivo desse aporte financeiro para a Draiven?
Segundo Carlos Schmiedel, cofundador e CEO da Draiven, o aporte representa um marco crucial para a empresa. O investimento permitirá acelerar o desenvolvimento da tecnologia proprietária da startup. Além disso, valida a confiança que o mercado deposita na visão da Draiven.
Quem são os fundadores da Draiven e qual sua experiência?
A Draiven foi fundada por Carlos Schmiedel, que também fundou a Predify, empresa de IA para precificação adquirida pela Neogrid (NGRD3) em 2024. Outro fundador é Carlos Pereira, ex-sócio e CTO da Raccoon, agência comprada pela S4 Capital em 2021. Dhiogo Corrêa, especialista em machine learning e criador da primeira IA para dados bancários não estruturados do Brasil, completa o time. A experiência dos fundadores em negócios de alto impacto é um diferencial importante.
Quais são os planos de expansão da Draiven?
Com um histórico de sucesso, o trio de fundadores tem metas ambiciosas para a Draiven. A empresa planeja expandir suas operações para a América Latina, Europa e Oriente Médio nos próximos meses. De acordo com Schmiedel, a Draiven tem o potencial de se tornar uma referência global em inteligência artificial aplicada a negócios.
Qual a tecnologia que a Draiven utiliza e como ela se destaca?
A Draiven já processou mais de 25 mil conversas e possui centenas de usuários ativos. A taxa de “alucinação” (quando a IA inventa informações) é inferior a 1%, um dos melhores indicadores do mercado. A startup desenvolveu uma arquitetura de IA baseada em agentes de contexto dinâmicos, inspirada no conceito de Mixture of Experts (MoE). Essa abordagem reduz o processamento desnecessário, melhora a eficiência de custos e aumenta a velocidade das respostas. A empresa possui tecnologia própria e taxa de alucinação inferior a 1%.
Como a Draiven facilita o uso de IA para empresas?
A plataforma da Draiven se conecta diretamente a ERPs, bancos de dados e planilhas. Isso permite gerar respostas em tempo real e, em alguns casos, dispensa a necessidade de data lakes. O modelo de IA da Draiven acessa as informações diretamente na fonte. O fundador do Mercado Bitcoin analisa desafios da inteligência artificial nas empresas brasileiras.
Qual o impacto que a Draiven busca gerar?
O compromisso da Draiven é entregar resultados práticos para empresas de todos os portes. A empresa quer ser reconhecida não apenas pela tecnologia de ponta. O objetivo é transformar dados em decisões que impactam os negócios diariamente. A plataforma da Draiven se conecta diretamente a ERPs, bancos de dados e planilhas, gerando respostas em tempo real. Vale lembrar que BNDES e Finep liberam R$ 14 bilhões para inovação em 2025 no Brasil.
Via Startupi






